Pular para o conteúdo principal

Mind Group

O Brasil investiu US$ 67,8 bilhões em tecnologia da informação em 2025, alta de 18,5% sobre o ano anterior, segundo o estudo Mercado Brasileiro de Software, da ABES em parceria com a IDC. O país ficou em 10º lugar no ranking mundial e respondeu por 38,4% do mercado de TI da América Latina. Do total investido, 32,1% foi para software e 20% para serviços. Para 2026, a IDC projeta crescimento bem menor, de 5,3%. Somando telecomunicações, o macrossetor de tecnologia movimentou R$ 919,7 bilhões em 2025, ou 7,2% do PIB, segundo a Brasscom.

Esses números dizem algo prático para quem toma decisão em uma empresa. O dinheiro está indo para nuvem, inteligência artificial e segurança. Os setores financeiro, de serviços e da indústria concentram cerca de 70% da compra de software e serviços. E a disputa por profissionais continua apertada, o que afeta prazo e custo de qualquer projeto. Este artigo reúne os dados mais recentes de fontes oficiais e explica o que cada um significa para quem precisa contratar ou modernizar sistemas.

O tamanho do mercado em 2025

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) publica todo ano, com a consultoria IDC, o principal retrato do setor. A 22ª edição, divulgada em abril de 2026, traz os dados de 2025 e as projeções para 2026.

IndicadorValorFonte
Investimento em TI no Brasil em 2025US$ 67,8 bilhõesABES/IDC
Investimento em TI no Brasil em 2024US$ 58,6 bilhõesABES/IDC
Crescimento em 202518,5% (média mundial de 14,1%)ABES/IDC
Posição no ranking mundial de TI10º lugarABES/IDC
Participação na América Latina38,4%ABES/IDC
Divisão do investimentoHardware 47,9%, software 32,1%, serviços 20%ABES/IDC
Crescimento projetado para 20265,3% (média mundial de 9,7%)ABES/IDC

Fonte: ABES, estudo Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências 2026.

O crescimento de 2025 foi puxado pela inteligência artificial, sobretudo a generativa, segundo a própria ABES. A desaceleração prevista para 2026 não significa queda: o mercado continua crescendo, mas em ritmo mais próximo do normal depois de um ano fora da curva.

A Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) mede o setor por outro ângulo, em reais e incluindo telecomunicações. No Relatório Setorial 2025, divulgado em maio de 2026, o macrossetor de TIC somou R$ 919,7 bilhões, alta de 14,7%. Só o mercado de TIC, sem a parte de telecom em sentido amplo, foi de R$ 498,2 bilhões, com crescimento de 21,8%.

Segmento (Brasscom, 2025)ValorCrescimento sobre 2024
Macrossetor de TICR$ 919,7 bilhões14,7%
Mercado de TICR$ 498,2 bilhões21,8%
SoftwareR$ 56,9 bilhões15,6%
Serviços de TI (inclui BPO, SaaS, IaaS e PaaS)R$ 75,9 bilhões13,8%
NuvemR$ 85,0 bilhões35,5%

Fonte: Brasscom, Relatório Setorial 2025 do Macrossetor de TIC, versão resumida.

As duas fontes usam metodologias diferentes e não devem ser somadas nem comparadas linha a linha. O que elas mostram em comum é a direção: o mercado cresceu forte em 2025, e a nuvem foi o segmento que mais avançou.

O contexto mundial

O Brasil cresce em um mercado global também em expansão. A Gartner projetou, em julho de 2026, que os gastos mundiais com TI vão chegar a US$ 6,37 trilhões em 2026, alta de 14,2% sobre 2025. O segmento de software deve somar US$ 1,468 trilhão, com crescimento de 15,5%.

O destaque da projeção global são os sistemas de data center, com alta prevista de 62,5%, impulsionada pela capacidade de processamento exigida pela IA. Para o empresário brasileiro, isso tem um efeito indireto: parte relevante do custo de nuvem e de ferramentas de IA é cotada em dólar e depende dessa infraestrutura global.

Quem compra software no Brasil

A segunda parte do estudo da ABES, divulgada em junho de 2026, detalha a demanda por setor. Em 2025, o mercado de software e serviços movimentou US$ 35,4 bilhões, com forte concentração em três setores.

Setor compradorInvestimento em software e serviços (2025)
FinançasUS$ 8,99 bilhões
Serviços e telecomunicaçõesUS$ 8,61 bilhões
IndústriaUS$ 6,92 bilhões
VarejoUS$ 3,53 bilhões
Setor públicoUS$ 2,44 bilhões
Óleo e gásUS$ 1,34 bilhão
AgronegócioUS$ 670 milhões

Fonte: ABES, estudo Mercado Brasileiro de Software 2026, recorte por setor.

Finanças responde por 25,4% do mercado, serviços e telecom por 24,3% e indústria por 19,5%. Juntos, os três somam cerca de 70%. Isso explica por que bancos, fintechs e grandes indústrias costumam ditar o padrão de tecnologia que depois chega às empresas médias, como integração por API (interface que permite a sistemas trocarem dados), Pix, open finance e automação de processos.

O agronegócio aparece com o menor valor da lista, apesar do peso do setor na economia. Para quem atua no campo, a leitura é de espaço para digitalização ainda pouco explorado.

Onde está o investimento no mapa

O mesmo levantamento mostra a distribuição regional do investimento em TI em 2025:

  • Sudeste: 62,37%;
  • Sul: 15,86%;
  • Centro-Oeste: 10,96%;
  • Nordeste: 7,70%;
  • Norte: 3,12%.

Em 2012, o Sudeste concentrava 65%, segundo a ABES. A desconcentração é lenta, mas existe. Na prática, isso significa que empresas de todas as regiões já contratam desenvolvimento de software de fornecedores que estão em outros estados, com reuniões remotas e entregas acompanhadas por vídeo.

Quem vende: o perfil das empresas de software

Do lado da oferta, a ABES contou 41.613 empresas de software e serviços no Brasil ao fim de 2025. O mercado é pulverizado: 62,5% são microempresas e 31,8% são pequenas, ou seja, 94,3% estão nessas duas faixas. Médias empresas são 3,4%, e grandes, 2,3%.

Por atividade, 37,6% são prestadoras de serviços, 33,3% são distribuidoras de tecnologia e 29,1% são desenvolvedoras de software. Esse retrato ajuda a entender um problema comum de quem contrata: há muitas opções, mas poucas têm porte para assumir um sistema crítico com equipe própria, processo de qualidade e capacidade de dar suporte por anos.

Na hora de escolher, o porte não é o único critério. Prova de terceiros, como avaliações verificadas, contratos que garantem a entrega do código-fonte e um processo de entregas frequentes pesam tanto quanto o tamanho. O guia sobre como escolher uma software house traz os critérios em detalhe.

Profissionais da Mind Group durante o desenvolvimento de um sistema

Nuvem: o segmento que mais cresce

Na conta da Brasscom, a nuvem movimentou R$ 85 bilhões em 2025, alta de 35,5%. A divisão interna mostra para onde vai esse dinheiro:

Modelo de nuvemValor em 2025Crescimento
SaaS (software pronto contratado por assinatura)R$ 44,7 bilhões30,9%
IaaS (servidores e infraestrutura sob demanda)R$ 20,4 bilhões31,6%
PaaS (plataformas para rodar aplicações)R$ 19,9 bilhões52,0%

Fonte: Brasscom, Relatório Setorial 2025 do Macrossetor de TIC.

O crescimento de 52% em PaaS chama atenção. Ele indica que mais empresas estão rodando aplicações próprias em plataformas gerenciadas, em vez de manter servidores. A pesquisa TIC Empresas 2025, do Cetic.br, aponta que 36% das empresas brasileiras com 10 ou mais funcionários usam capacidade de processamento em nuvem. Entre as grandes, o índice chega a 55%.

Para quem planeja um sistema, a nuvem muda a forma de calcular o custo. Em vez de comprar servidor, a empresa paga mensalidade de infraestrutura, que cresce com o uso. Por isso o custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês) precisa entrar no orçamento desde o início. A metodologia de TCO de software explica como fazer essa conta.

Inteligência artificial: muita intenção, adoção ainda desigual

A IA foi o principal motor do crescimento em 2025, segundo a ABES. Entre os executivos ouvidos pelo estudo, IA generativa e agentes de IA aparecem como prioridade de investimento para 53%, seguidos por segurança da informação e segurança em nuvem (41%) e por IA e aprendizado de máquina (35%). O estudo também indica que 40% das empresas já investem em agentes de IA e que outros 33% pretendem começar nos próximos 12 meses.

A pesquisa do Cetic.br, que ouve uma amostra ampla de empresas e não só grandes executivos, mostra uma realidade mais desigual. Em 2025, 17% das empresas com 10 ou mais funcionários usaram tecnologias de IA. O número sobe com o porte: 15% entre as pequenas, 32% entre as médias e 50% entre as grandes. Entre as empresas que usam IA, a aplicação mais comum é em marketing e vendas (44%), seguida por organização de processos administrativos (35%), gestão do negócio (34%) e segurança digital (34%).

A diferença entre os dois retratos tem explicação. Grandes empresas já testam agentes e assistentes. A maior parte das pequenas e médias ainda não começou. Para quem está nesse segundo grupo, a boa notícia é que já existe um caminho testado: começar por um processo repetitivo, com dados organizados e meta clara de economia de tempo.

A Brasscom, com base na IDC, projeta investimentos de R$ 736,6 bilhões em IA no Brasil entre 2026 e 2029, com crescimento de 20% ao ano. No mesmo período, a projeção para nuvem é de R$ 765,6 bilhões, para big data e análise de dados de R$ 181,6 bilhões e para segurança da informação de R$ 126,9 bilhões. O total projetado chega a R$ 2 trilhões.

Se a sua empresa está avaliando o primeiro projeto, o artigo sobre quanto custa implementar IA em uma empresa mostra faixas de investimento, e o guia de agentes de IA para empresas explica o que já funciona na prática.

Profissionais: o gargalo que afeta prazo e custo

O mercado cresce mais rápido do que a formação de profissionais. Segundo o relatório Perspectivas do Mercado de Trabalho, da Brasscom, o macrossetor tinha 2,126 milhões de profissionais com carteira assinada em dezembro de 2025. A projeção base é de mais 33 mil vagas CLT até dezembro de 2026.

Na formação, o número de concluintes de cursos superiores de TIC cresceu de 69.750 em 2022 para 110.960 em 2024, segundo a mesma publicação. O avanço é real, mas o relatório da Brasscom descreve um gargalo na transição desses profissionais para o emprego formal. No Relatório Setorial, a entidade registra que 57% do aumento de profissionais em 2025 veio de MEIs e trabalhadores informais.

O salário também ajuda a entender o custo de um projeto. A Brasscom aponta que o salário médio no segmento de software foi de R$ 6.591, cerca de 2,9 vezes a média nacional. Para uma empresa que pensa em montar equipe interna, esse valor é só o começo: encargos, benefícios, recrutamento, gestão técnica e rotatividade entram na conta.

Indicador de mão de obraValorFonte
Profissionais CLT no macrossetor TIC (dez/2025)2,126 milhõesBrasscom
Total de profissionais no macrossetor (2025)3.238.011Brasscom
Projeção de novas vagas CLT até dez/202633 milBrasscom
Concluintes de cursos superiores de TIC (2024)110.960Brasscom
Salário médio no segmento de softwareR$ 6.591 (2,9 vezes a média nacional)Brasscom

Fontes: Brasscom, Perspectivas do Mercado de Trabalho do Macrossetor TIC (maio de 2026) e Relatório Setorial 2025.

Esse cenário pesa na decisão entre equipe interna, freelancer e software house. O comparativo software house vs. equipe interna vs. freelancer mostra os custos de cada modelo lado a lado.

O que esses números significam para quem vai contratar software

Dados de mercado só servem se ajudarem a decidir. Estas são as leituras mais úteis para quem está planejando um sistema, um aplicativo ou um projeto de IA em 2026:

  1. O mercado vai crescer menos em 2026, mas a demanda por profissionais segue alta. Prazos de contratação de equipe interna tendem a continuar longos.
  2. Nuvem é o padrão. Projetos novos devem nascer prontos para rodar em nuvem, com o custo mensal de infraestrutura previsto desde o orçamento.
  3. IA saiu do piloto nas grandes empresas. Para médias e pequenas, o melhor caminho é um projeto pequeno, com meta mensurável, antes de um programa amplo.
  4. Segurança aparece logo atrás da IA nas prioridades dos executivos. Todo sistema novo precisa ter controles de acesso, registro de atividades e plano de correção de falhas.
  5. A oferta de fornecedores é grande e pulverizada. Vale checar prova de terceiros, entrega de código-fonte e processo de trabalho antes de assinar.
  6. Setores com menos investimento, como o agronegócio, têm mais espaço para ganhar eficiência com sistemas sob medida.
  7. O dólar pesa. Licenças, nuvem e APIs de IA costumam ser cobradas em moeda estrangeira, e isso precisa de margem no orçamento.

SaaS pronto ou sistema sob medida

O crescimento do SaaS, de 30,9% em 2025, mostra que muitas empresas preferem contratar software pronto por assinatura. Para processos comuns, como folha de pagamento ou e-mail, essa costuma ser a escolha certa.

O sistema sob medida faz sentido quando o processo é o diferencial do negócio, quando a empresa precisa integrar vários sistemas que não conversam entre si ou quando a soma das mensalidades por usuário passa a custar mais do que um sistema próprio ao longo dos anos. O artigo sobre build vs. buy traz uma forma estruturada de fazer essa comparação.

Time de desenvolvimento da Mind Group em reunião de projeto

O perfil dos projetos que chegam a uma software house

Os números do mercado se refletem no tipo de demanda que uma software house recebe. Na Mind Group, as faixas de orçamento de referência cobrem três grandes famílias de projeto: automações e integrações com inteligência artificial, sistemas web sob medida e contratos de sustentação de sistemas que já estão em produção.

Tipo de projetoFaixa de horasFaixa de investimento
Automação ou integração com IA150 a 600 horasR$ 16,5 mil a R$ 114 mil
Sistema web sob medida600 a 1.600 horasR$ 66 mil a R$ 304 mil
Sustentação de sistema em produção20 a 80 horas por mêsR$ 2,2 mil a R$ 15,2 mil por mês

Metodologia: faixas usadas pela Mind Group em 2026, calculadas como horas estimadas × valor-hora de R$ 110 a R$ 190, conforme a senioridade do time. O valor final de cada projeto depende do escopo levantado na fase de descoberta.

A tabela conversa com os dados de mercado. A procura por IA aparece em projetos de automação menores, que permitem testar o retorno antes de ampliar. Os sistemas web sob medida respondem a processos que não cabem em software pronto. E a sustentação reflete o fato de que todo sistema em produção precisa de correções, atualizações de segurança e evolução contínua.

Para estimar o seu caso com mais precisão, os artigos sobre quanto custa um sistema sob medida e quanto custa contratar uma software house mostram como as horas são calculadas e o que entra em cada etapa.

Riscos que crescem junto com o mercado

Mais sistemas, mais integrações e mais dados significam também mais superfície de ataque. Não é por acaso que segurança da informação está entre as três maiores prioridades dos executivos no estudo da ABES, e que a Brasscom projeta R$ 126,9 bilhões em investimentos em segurança entre 2026 e 2029.

Para a empresa que contrata software, isso se traduz em três cuidados. Exigir que o fornecedor siga boas práticas de desenvolvimento seguro desde o início. Manter sistemas e bibliotecas atualizados, sem versões fora de suporte. E ter um contrato de sustentação que inclua correção de vulnerabilidades e apoio a incidentes. O guia de cibersegurança para empresas detalha esses pontos.

Como a Mind Group pode ajudar

A Mind Group é uma software house brasileira, fundada em 2016, que desenvolve sistemas, aplicativos e soluções de inteligência artificial sob medida para empresas de todo o Brasil. Tem mais de 60 desenvolvedores próprios, mais de 500 produtos digitais lançados, nota 5,0 no Clutch com 17 avaliações verificadas de clientes, entrega o código-fonte ao cliente e mantém uma frente de cibersegurança dedicada à correção de vulnerabilidades e à resposta a incidentes.

Em um mercado com falta de profissionais e muitos fornecedores pequenos, a Mind oferece equipe própria, entregas quinzenais com versão para testar e código-fonte entregue ao cliente, o que evita dependência de um único fornecedor. Entre os clientes que confiaram projetos à Mind estão Itaipu Binacional, Inframerica (Aeroporto de Brasília), Fisk, Febracis e Unidas (autogestão em saúde).

Se a sua empresa está planejando um sistema, um aplicativo ou um projeto de IA para 2026 ou 2027, conheça o trabalho da Mind em desenvolvimento de sistemas e converse com o time sobre o escopo.

Atualizado em outubro de 2026.

Perguntas frequentes

Qual é o tamanho do mercado de software no Brasil em 2026?

Os dados mais recentes são de 2025: o Brasil investiu US$ 67,8 bilhões em TI, dos quais 32,1% em software, segundo a ABES/IDC. Pela medição da Brasscom, o segmento de software somou R$ 56,9 bilhões e o de nuvem, R$ 85 bilhões. Para 2026, a IDC projeta crescimento de 5,3% no investimento em TI.

O Brasil é um mercado grande de TI no mundo?

Sim. Segundo a ABES/IDC, o Brasil ocupou a 10ª posição no ranking mundial de TI em 2025 e respondeu por 38,4% do mercado da América Latina. O crescimento de 18,5% em 2025 ficou acima da média mundial de 14,1%.

Quais setores mais investem em software no Brasil?

Finanças lidera, com US$ 8,99 bilhões em software e serviços em 2025, seguido por serviços e telecomunicações (US$ 8,61 bilhões) e indústria (US$ 6,92 bilhões). Os três somam cerca de 70% do mercado, segundo a ABES. Varejo, setor público, óleo e gás e agronegócio vêm em seguida.

Quantas empresas brasileiras já usam inteligência artificial?

A pesquisa TIC Empresas 2025, do Cetic.br, aponta que 17% das empresas com 10 ou mais funcionários usaram IA em 2025. Entre as grandes, o índice chega a 50%. O estudo da ABES, feito com executivos, indica que 40% já investem em agentes de IA.

Falta profissional de tecnologia no Brasil?

A Brasscom aponta um gargalo na passagem dos profissionais para o emprego formal, embora o número de formandos em TIC tenha crescido para 110.960 em 2024. A projeção é de 33 mil novas vagas CLT até o fim de 2026. Isso tende a manter prazos longos para montar equipes internas.

Vale mais a pena contratar SaaS ou desenvolver um sistema sob medida?

Depende do processo. Para rotinas comuns, o SaaS costuma ser mais simples. Para processos que diferenciam o negócio, que exigem integrações ou em que a soma das mensalidades fica alta ao longo dos anos, o sistema sob medida tende a fazer mais sentido.

Fontes: ABES: Brasil mantém liderança em TI na América Latina e cresce acima da expectativa em 2025 · ABES: setor financeiro lidera investimentos em software e serviços no Brasil · Brasscom: Relatório Setorial 2025 do Macrossetor de TIC (versão resumida) · Brasscom: Perspectivas do Mercado de Trabalho do Macrossetor TIC · Cetic.br: TIC Empresas 2025, apresentação de lançamento · Cetic.br: empresas que utilizaram tecnologias de IA (H9) · Cetic.br: empresas que utilizaram IA, por tipo de aplicação (H10) · Gartner: worldwide IT spending to grow 14,2% in 2026

Escrito por José Gonçalves

CEO e fundador da Mind Group (fundada em 2016), software house brasileira que atende empresas de todo o Brasil. Lidera o desenvolvimento de sistemas, aplicativos, IA e automações para clientes como Itaipu Binacional, Fisk, Lojas Torra, Febracis e Vertuz. Especialista em arquitetura de software, squads ágeis e integração de Inteligência Artificial em operações B2B.

LinkedIn →
WhatsApp Especialista
Falar com especialista